quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Você sabe o que é sucesso???


Com 1 ano sucesso é conseguir andar.

Com 3 anos sucesso é não fazer xixi nas calças.

Com 12 anos sucesso é ter amigos.

Com 18 anos sucesso é ter carteira de motorista.

Com 20 anos sucesso é fazer sexo.

Com 35 anos sucesso é ter dinheiro.

Com 50 anos sucesso é ter dinheiro.

Com 60 anos sucesso é fazer sexo.

Com 70 anos sucesso é ter carteira de motorista.

Com 75 anos sucesso é ter amigos.

Com 80 anos sucesso é não fazer xixi nas calças.

Com 90 anos sucesso é conseguir andar.

Assim é a vida: Não levamos nada dela.

Então para que perder tempo com maldade, falsidade, falta de amor, desrespeito, mau humor e tantas bobagens sem sentido?
Todos terão o mesmo destino, independentemente da condição financeira e da classe social.
Portanto, ame mais, brinque mais, perdoe mais e aproveite mais a vida.

SUCESSO É SER FELIZ!!!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A Criação do Vibrador

Primeiro vibrador da História era terapêutico e movido a vapor. Conheça a história do objeto

Marcel Verrumo 22 de agosto de 2012
Nada de erotismo. O primeiro vibrador da História estava bem longe de ser um “brinquedinho” sexual: era um objeto prescrito por médicos para curar uma doença mental feminina, a histeria. Ficou curioso, né? O filme Hysteria contou as curiosidades da invenção desse objeto. E o História sem Fim mostra como os vibradores saíram dos consultórios médicos e foram parar
na sua gavetanas vitrines dos sex shops.
Acalmando os ânimos
Durante o século XIX, a ansiedade, a irritabilidade e a insônia eram reclamações frequentes de mulheres em consultórios psiquiátricos. Entre os médicos, o diagnóstico mais comum era de histeria, uma doença psíquica. Para curar a enfermidade, era preciso acalmar o ânimo da mulherada. O primeiro conselho dado às casadas era animar a relação com o marido, pedindo que ele fizesse carinho na sua vagina… com as mãos! Se não desse certo, o tratamento às casadas era o mesmo oferecido às solteiras: massagem vulvar. Feita pelo próprio médico.

Reprodução
Com as mãos, o médico massageava o clitóris da paciente até ela atingir o orgasmo e ficar mais calma. Era um procedimento comum e profissional. Difícil não imaginar besteira, né? Mas os doutores juravam que não tinha nada de sexual nisso. Era como o exame de próstata realizado hoje nos homens: põe a mão, mas sem segundas intenções.
O problema é que algumas mulheres necessitavam de massagens que duravam horas. E os médicos ficavam com os dedos “ocupados” o dia todo. Para aliviar as mãos desses profissionais e as dos maridos, em 1869 o médico norte-americano George Taylor patenteou o primeiro vibrador e o batizou de The manipulator. Nada de pilha, bateria ou eletricidade: o primeiro vibrador era movido a vapor. Alguns anos depois, em 1880, apareceu o vibrador movido a manivela, inventado pelo inglês Joseph Mortimer Granville.
O primeiro vibrador elétrico só começou a ser comercializado no século XX, em 1902, pela empresa norte-americana Hamilton Beach, especializada em equipamentos de cozinha. Enfim, o remédio para curar a histeria feminina poderia ser levado para dentro dos lares.
Item de utilidade doméstica

Mesmo tendo se tornado um objeto doméstico, até os anos 1920, os vibradores não eram brinquedos sexuais. A publicidade da época, inclusive, anunciava as várias utilidades do produto – e nenhuma delas era erótica. Mas nos anos seguintes, os vibradores começaram a ser utilizados em filmes pornográficos e a sua imagem ganhou uma conotação sexual. Aos poucos, os brinquedos foram sendo proibidos pelos maridos e as propagandas em revistas e jornais começaram a desaparecer. O remédio virou fetiche.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Danilo Gentilli entrevista Geyse Arruda

E vc já passou vinil em alguém???
kkkkkkkkkkkk

Ah se pudessemos...

Seria perfeito... Esquecer os problemas e voltarmos a inocência despreocupada da infância.